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domingo, 4 de setembro de 2011

VIDA SIM, aborto NÃO

ESSE TEXTO FOI TIRADO DO SITE DO PADRE PAULO RICARDO, leiamos e fiquemos atentos, pois, estão querendo a todo custo legalizar o aborto em nosso País,


Conforme havia sido anunciado pela senadora Marta Suplicy, as organizações que promovem o reconhecimento do aborto como um direito humano no Brasil, pesadamente financiadas por um conglomerado de fundações norte americanas, estão voltando o foco de suas atenções para o Senado Federal.

Dois dias após o término das eleições de 2010, ao ser questionada por uma repórter sobre “AS CHANCES, DEPOIS DO QUE ACONTECEU NAS ELEIÇÕES DE 2010, DO PT RETOMAR BANDEIRAS HISTÓRICAS COMO O DIREITO AO ABORTO E AO CASAMENTO GAY” a senadora Suplicy respondeu:

“CERTAMENTE A PRIORIDADE DO GOVERNO PASSARÁ LONGE DISSO, E A PRESIDENTE DILMA SE COMPROMETEU E NÃO FARÁ NENHUM GESTO NESTE SENTIDO. PORÉM O CONGRESSO É OUTRA COISA, E PROVAVELMENTE DEVERÁ RECUPERAR [O TEMA]”.

http://www.youtube.com/watch?v=T4rV1pQusi4

Nesta quinta feira passada, dia 18 de agosto de 2011, a Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, reuniu em Brasília, nas dependências do Congresso Nacional, as representantes de diversas ONGs que promovem a legalização do aborto no Brasil, para a realização de uma plenária. Em seguida as representantes das organizações seguiram para uma audiência pública, convocada pela senadora Lídice da Mata, do PT da Bahia, com o apoio da senadora Ângela Portela, do PT de Roraima, e da senadora Ana Rita, do PT do Espírito Santo, realizada no Auditório Petrônio Portela do Senado Federal.


O tema da audiência, conforme a convocação oficial, era um
“DEBATE SOBRE OS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS DAS MULHERES.”

http://legis.senado.gov.br/sil-pdf/Comissoes/Permanentes/CDHSPDM/Pautas/20110818SC005.pdf


Durante a audiência, representantes de várias ONGs, entre as quais entre as quais a Articulação de Mulheres Brasileiras, a Marcha Mundial de Mulheres, a Liga Brasileira de Lésbicas, a União Nacional dos Estudantes e a Central Única dos Trabalhadores, apresentaram aos sernadores o documento da PLATAFORMA PARA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL.

http://www.senado.gov.br/noticias/movimento-de-mulheres-critica-projetos-de-lei-contrarios-a-interesses-fe- mininos.aspx


O documento da Plataforma, distribuído no Senado, mas não divulgado pelos meios de comunicação, afirma, entre outras coisas, que pretende-se retomar, no Brasil, “A PROPOSTA DE LEGALIZAÇÃO ELABORADA PELA COMISSÃO TRIPARTITE, INSTITUÍDA EM 2005 PELA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA AS MU LHERES, RETIRANDO A PRÁTICA DE ABORTAMENTO DO CÓDIGO PENAL”, isto é, o infame projeto elaborado pelo Governo Lula, apresentado sob a forma do substitutivo do PL 1135/91, que pretendia tornar o aborto legal durante todos os nove meses da gravidez, uma vez que, removido do Código Penal todas as figuras do crime de aborto, não haverá, no ordenamento jurídico brasileiro, qualquer tipificação de crime con- tra a vida antes do nascimento.

A Plataforma insiste, porém, paradoxalmente, em:
“REFUTAR A TESE DE QUE SE PRETENDE LEGALIZAR O ABORTO ATÉ O NONO MÊS DE GESTAÇÃO”.

A Plataforma afirma também que o aborto é apenas “O RESULTADO DA INTERRUPÇÃO DA GRAVIDEZ ATÉ A 22ª SEMANA DE GESTAÇÃO E CUJO PRODUTO PESA ATÉ 500 GRAMAS”, discriminando o nas cituro e ignorando que estamos falando de um ser humano já completamente formado, dotado do mesmo direito inalienável à vida que qualquer outro ser humano e não um simples produto que pesa até 500 gramas.


Isso é GRAVE E PREOUCUPANTE:
A Plataforma pretende ainda “IMPEDIR QUE ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS PARTICIPEM NA ELABORAÇÃO E CONTROLE SOCIAL DAS POLÍTICAS PÚBLICAS, OU RECEBAM RECURSOS PÚBLICOS PARA AÇÃO SOCIAL QUE SEJA ORIENTADA POR PRINCÍPIOS RELIGIOSOS”, e pretende também “GARANTIR A ORIENTAÇÃO SEXUAL” nas escolas e “IMPEDIR A PRÁTICA DO ENSINO RELIGIOSO NA REDE PÚBLICA DE EDUCAÇÃO”.

Nesta mensagem descrevo com detalhes o que está acontecendo.

Ofereço um resumo da Plataforma para a Legalização do Aborto no Brasil que foi distribuída no Senado mas não divulgada pelos meios de comunicação e coloco os links para comprovar a veracidade das afirmações feitas e da convocação das ONGs realizada pelo próprio Senado.

Os grandes financiadores do aborto no mundo não são as ONGs feministas, mas as fundações internacionais vinculadas a grandes multinacionais, as quais não estão interessadas na promoção da mulher, mas sim no controle do crescimento populacional. Mais recentemente estas mesmas fundações transformaram a imposição do aborto no mundo na primeira grande experiência global de controle do comportamento humano, uma consequencia lógica do que eram inicialmente os objetivos iniciais do movimento, quando em 1952 foi dado o primeiro passo neste direção pelas organizações Rockefeller.

BAIXE, IMPRIMA, ESTUDE E DIVULGUE OS SEGUINTES DOCUMENTOS PARA CONSCIENTIZAR OS BRASILEIROS SOBRE A GRAVIDADE DESTAS AFIRMAÇÕES.

Leia como a Fundação Ford traçou toda a nova estratégia, iniciada a partir dos anos 90, para promover o aborto, de criação e difusão de direitos sexuais e reprodutivos, com a finalidade de alcançar o controle do crescimento populacional, em um documento elaborado pela própria Fundação. Agora a doutrina dos direitos sexuais e reprodutivos está sendo apresentada no Senado brasileiro como se fosse uma conquista das pró- prias mulheres.

O documento original está no endereço:
http://www.votopelavida.com/fordfoundation1990.pdf
Uma versão resumida em português encontra-se em:
http://www.votopelavida.com/fundacaoford1990.pdf

Veja aqui como a mesma Fundação Ford, e outras organizações similares, financiam a difusão do aborto na América Latina:
http://www.documentosepesquisas.com/financiamento-internacional-do-aborto.pdf

Veja também aqui o relatório original da Fundação MacArthur sobre o seu projeto de 36 milhões de dólares para promover a legalização do aborto no Brasil: http://www.votopelavida.com/macarthurlessonslearned.pdf

Já o seguinte documento comenta em detalhes, e em portugues, o trabalho da Fundação MacArthur no Brasil e como o governo do presidente Lula apresentou ao Congresso Nacional em 2005 um projeto de lei que deve ria ter legalizado, sem que o povo se tivesse dado conta, o aborto durante todos os nove meses da gravidez, o mesmo projeto que pretende agora ser retomado, com o apoio do Senado brasileiro, pela PLATAFORMA PARA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL:
http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf

ESTUDE E DIVULGUE ESTES DOCUMENTOS.
SOMENTE DESTA MANEIRA SERÁ POSSÍVEL DEFENDER A DEMOCRACIA BRASILEIRO

O leitor poderá entender, por estes documentos, como se promove a derrocada dos valores fundamentais de uma democracia e como o povo, quando não promove o estudo destas questões, torna-se vítima de todo tipo de ideologia.

Isto pode ser exemplificado inclusive na própria atitude do movimento feminista brasileiro. Qualquer pessoa poderá perceber que a linguagem utilizada pela PLATAFORMA PARA A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL é a linguagem típica das organizações de esquerda. Estas organizações, que assinam o documento, deveriam supostamente estar denunciando o imperialismo capitalista, mas na realidade estão ingenuamente sendo conduzidos por ele e promovendo a mesma agenda contra a qual afirmam lutar, enquanto perdem tempo e entendimento acusando de reacionários os que defendem a dignidade da vida humana e denunciam os verdadeiros propósitos que estão por detrás das políticas da promoção do aborto.

A esquerda não pode basear suas bandeiras em concepções originárias de uma época em que a ciência não era capaz de compreender como era a vida antes do nascimento. As evidências oferecidas hoje pela ciência mostram, de um modo cada vez mais claro, que a vida antes do nascimento é tão humana quanto a vida de- pois do nascimento.
Não faz sentido chamar o nascituro aos cinco meses de gestação como um produto de 500 gramas e depois rotular os outros de reacionários. Não se pode ir contra o desenvolvimento da ciência. Ao fazer fazer isto, e apegando-se a concepções retrógradas como se fossem o produto da evolução da ciên cia, é a própria esquerda que perde credibilidade diante do povo.

A esquerda também não pode ir contra a percepção geral das mulheres. A defesa da dignidade da vida hu- mana antes do nascimento não é uma posição machista. O aborto agride a natureza da mulher justamente porque o nascituro é um ser humano. A maioria das mulheres brasileiras não é apenas contra o aborto. A maioria das mulheres que praticaram o aborto também arrependeu-se amargamente de tê-lo feito. Só as feministas é que não sabem disso. Isto mostra que a maioria das mulheres que praticaram o aborto o fize- ram enganadas por uma propaganda falsa, fomentada e financiada pelo capitalismo internacional, e agiram contra si mesmas ao fazê-lo. A esquerda, ao apoiar o aborto, está na realidade indo contra a natureza das
mulheres e a conseqüência disto será a perda de uma parcela cada vez maior do eleitorado.

A esquerda se ilude, ademais, ao pretender destruir a Igreja enfrentando-a justamente na questão do aborto. Tanto a Igreja Católica e como os evangélicos jamais abandonarão a oposição ao aborto. Se a Igreja estivesse errada e o nascituro realmente NÃO fosse um ser humano, a esquerda poderia até destruir a Igreja valendo-se da bandeira do aborto. Mas se a evidência da ciência e a maioria das mulheres estão, neste ponto, do lado da Igreja, a esquerda, ao levantar a bandeira do aborto, somente conseguirá fortalecer cada vez mais a posição da Igreja. Se depois a esquerda verifica que está perdendo o apoio do eleitorado por causa do tema aborto, não será porque as supostas forças reacionárias da direita estarão dominando o cenário político, mas porque foi a própria esquerda que terá fortalecido seus adversários.

A bandeira do aborto não é um bom negócio para a esquerda. O aborto somente interessa de fato ao impe- rialismo capitalista. O crescimento demográfico moderado tende a minar os fundamentos da economia mono- polista. Ao fazer o jogo do capitalismo e apresentar documentos programáticos como a PLATAFORMA PARA A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL, a esquerda dinamita as suas próprias bases e passa para o público a imagem de dogmática, intolerante e reacionária, justamente aquela imagem que ela está buscando atribuir aos seus opositores.

O aborto é, em última análise, uma batalha perdida, tanto para o capitalismo como para a esquerda. Não há poder no mundo que possa contrapor-se à evidência crescente da ciência, à natureza das mulheres e, ainda por cima, para obter a vitória final, tenha que passar por cima do cadáver da Igreja Católica, que sobrevive há mais milênios do que qualquer outro sistema. Mas, pelo menos enquanto o jogo ainda dura, o aborto é um bom negócio para o capitalismo. Não o é, porém, para a esquerda. Desde o primeiro momento, a esquerda só tem a perder com a bandeira do aborto. Para os que precisam mais de credibilidade do que de recursos, aventurar-se na contra mão da história é uma estratégia suicida.

PEÇO AOS QUE A RECEBEREM ESTA MENSAGEM QUE ENVIEM E-MAILS E TELEFONEM AOS GABI- NETES DOS SENADORES PARA PEDIR-LHES, COM A EDUCAÇÃO E RESPEITO QUE CONVÉM AOS REPRESENTANTES ELEITOS DO POVO BRASILEIRO, QUE MANIFESTEM CLARAMENTE, ao tomarem a palavra no plenário do Senado, QUE ESTAS POSIÇÕES NÃO REPRESENTAM O PENSAMENTO DO POVO BRASILEIRO QUE OS ELEGEU, MAS DE ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS QUE QUEREM IMPOR AO PAÍS E AO MUNDO O RECONHECIMENTO DO ASSASSINATO DE INOCENTES COMO UM NOVO DIREITO HUMANO.

1. Principais referências
2. Plataforma para a legalização do aborto no Brasil (condensado)
3. Como manifestar-se democraticamente
4. Emails do senado brasileiro
5. Telefones do senado brasileiro

1. Principais referências

O documento oficial do Senado contendo a convocação da Audiência Pública, nos termos do Requerimento nº 7, de 2011, da Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher da Comissão de Direitos Humanos do Se- nado, de autoria da senadora Lídice da Mata do PT da Bahia, “PARA DEBATER OS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS DAS MULHERES”, encontra-se no endereço:
http://legis.senado.gov.br/sil-pdf/Comissoes/Permanentes/CDHSPDM/Pautas/20110818SC005.pdf

A Agência Senado de Notícias divulgou os seguintes informes a respeito do evento:
1. MOVIMENTO DE MULHERES CRITICA PROJETOS DE LEI CONTRÁRIOS A INTERESSES FEMININOS:
http://www.senado.gov.br/noticias/movimento-de-mulheres-critica-projetos-de-lei-contrarios-a-interesses-femininos.aspx

2. ILEGALIDADE DO ABORTO PREJUDICA MULHERES POBRES E NEGRAS, AVALIAM PARTICIPANTES DE AUDIÊNCIA:
http://www.senado.gov.br/noticias/ilegalidade-do-aborto-prejudica-mulheres-pobres-e-negras-avaliam-partici- pantes-de-audiencia.aspx

A primeira notícia afirma claramente que a autoridade que convocou a audiência com as ONGs feministas, a senadora Lídice da Mata do PT da Bahia, declarou que o debate sobre “A QUEM PERTENCE O CORPO DA MULHER”, ou seja, o debate sobre o aborto, “ESTÁ NA RAIZ DE TODA A DISCRIMINAÇÃO CONTRA AS MULHERES” e que a “DISCUSSÃO SOBRE A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO CONGRESSO DEVE OCORRER COM A MESMA LIBERDADE QUE QUALQUER OUTRO TEMA DE REPERCUSSÃO NACIONAL”.


A mesma notícia afirma que, durante a audiência, a senadora Ângela Portela (PT-RR), presidente da Comis- são, saudou como uma conquista o acordo recém firmado entre entre as ferministas e o “MINISTÉRIO DA SAÚDE NAS ÁREAS DE GÊNERO, SAÚDE SEXUAL E DIREITOS REPRODUTIVOS”, e que estes avanços também foram saudados pela senadora Ana Rita (PT-ES).

Além da Agência Senado, o evento foi também noticiado pelo Correio do Brasil:
COM LEGALIZAÇÃO DISTANTE, FRENTE PRÓ-ABORTO QUER CONTER RETROCESSOS
http://correiodobrasil.com.br/com-legalizacao-distante-frente-pro-aborto-quer-conter-retrocessos/286083/

A PLATAFORMA PARA A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL, distribuída no Senado pelas ONGs feministas, circulou apenas dentro so Senado e não foi divulgada por nenhum meio de comunicação. A seguir apresentamos um condensado do documento.

2. Plataforma para a legalização do aborto no Brasil
(condensado)

Nosso intuito é reverter o processo de denúncias, humilhações e ações judiciais em curso, que atingem tanto mulheres que abortaram quanto as trabalhadoras que as atendem e as organizações que lutam pela legaliza- ção. As forças reacionárias estão fortes e enraizadas no Estado. No Congresso, desde 2008, a organização desses setores vem avançando continuamente. Quatro frentes parlamentares anti-aborto atuam de forma extremamente organizada no Parlamento. Frentes estaduais de parlamentares começam a ser formadas. No final de 2008, estes setores propuseram uma CPI que não foi implementada, mas parlamentares reacionários e machistas seguem se articulando para sua efetivação.

Paralelamente, projetos de lei retrógrados, contrários aos direitos das mulheres, que foram propostos entre
2007 e 2009, tramitam no Congresso sob forte pressão para votação. Entre eles, há o Estatuto do Nascituro, que, se aprovado, impedirá a realização de abortos até em casos de estupro e criminalizará o debate e luta pela legalização.

No inicio do ano de 2010 ocorreram novos fatos que atacaram ainda mais a democracia. Setores da direita, entre eles integrantes da Igreja Católica, ruralistas e defensores da ditadura militar atacaram frontalmente o Terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3). Dentre os temas criticados por esses setores, está o apoio à revisão da legislação punitiva do aborto. O plano, elaborado a partir de conferências públicas, foi totalmente desqualificado por esses grupos, que querem impor o retrocesso de direitos, a subordinação e controle sobre o corpo e a vida das mulheres.

Os processos eleitorais tem sido momentos em que esses grupos conservadores, em nome da falsa defesa da vida, chantageiam candidatas(os) e eleitorado para fazer prevalecer sua visão ideológica e ampliar as ba- ses conservadoras no poder. Com isso, o debate do aborto fica rebaixado para o âmbito judicial.

Diante da desinformação generalizada da população, a Assembléia da Frente, realizada no final de 2009,
decidiu pela elaboração e difusão de uma Plataforma pela Legalização do Aborto no Brasil. Essa Plataforma pretende:
• Efetivar a proposta de legalização elaborada pela Comissão Tripartite, instituída em 2005 pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, retirando a prática de abortamento do código penal.
• Ampliar o uso do AMIU (Aspiração Manual Intra-uterina) para aborto até 12 semanas, pois para o início da gravidez este é o método seguro para a saúde das mulheres;
• Assegurar o uso de fármacos, misoprostol ou similares, seguido de curetagem quando necessário, para abortos a partir da 12ª semana;
• Garantir atendimento rápido, seguro, humanizado e respeitoso às mulheres em situação de abortamento.
• Garantir informação sobre a legalização do aborto no âmbito das políticas públicas e ação do governo brasileiro, combatendo quaisquer formas de cerceamento ao debate;
• Refutar a tese de que se pretende legalizar o aborto até o nono mês de gestação. Informar a popula- ção que ao tratar do aborto estamos falando do resultado da interrupção da gravidez até a 22a semana de gestação e cujo produto pesa até 500g.
• Desqualificar o argumento de que legalizar o aborto estimula esta prática.
• Explicar porque o plebiscito não pode ser usado no caso do aborto. O aborto é uma decisão pessoal da mulher, não é uma questão plebiscitária.
• Impedir que organizações religiosas participem na elaboração e controle social das políticas públicas, ou recebam recursos públicos para ação social que seja orientada por princípios religiosos.
• Impedir a prática do ensino religioso na rede pública de educação, e garantir a orientação sexual que inclua a informação e distribuição de preservativos.

A ilegalidade do aborto viola os direitos humanos das mulheres, bloqueia o exercício do direito de decidir, sua autonomia, impõe a maternidade obrigatória e fere a dignidade das mulheres.

Nenhuma mulher deve ser presa, perseguida, humilhada ou maltratada por ter feito um aborto.

3. Como manifestar-se democraticamente

Venho pedir a todos os que entendem a importância do valor da vida e da preservação da democracia que escrevam, telefonem e enviem Faxes aos senadores brasileiros, pedindo, em nome de nosso povo, que reconhece claramente que o aborto não é um direito humano, mas o assassinato de um inocente, que, ao assumirem a tribuna no Plenário do Senado, manifestem claramente que as posições da PLATAFORMA PARA A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL não representam o pensamento do povo brasileiro que os elegeu, e sim DE ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS QUE QUEREM IMPOR AO PAÍS E AO MUNDO O RECONHECIMENTO DO ASSASSINATO DE INOCENTES COMO UM NOVO DIREITO HUMANO.

Peço também a todos os que escreverem e se manifestarem, que o façam sem faltar com a clareza, MAS SEM FALTAR COM O RESPEITO DEVIDO A QUEM É A PRINCIPAL AUTORIDADE EM EXERCÍCIO NO PAÍS.

Lembro o quanto é mais importante enviar um Fax ou fazer um telefonema do que apenas enviar um e-mail, que pode ser facilmente deletado dos computadores.

O BRASIL ESTÁ ENFRENTANDO O MAIOR ATAQUE JÁ DESENCADEADO CONTRA A DIGNIDADE DA VIDA HUMANA QUE JÁ HOUVE EM SUA HISTÓRIA.

O problema transcende o próprio Brasil e representa o coroamento de investimentos estrangeiros de várias décadas que pretendem impor o aborto não só ao Brasil como também a toda a América Latina e a todo o mundo.

Agradeço a todos pelo grandíssimo bem que estão ajudando a fazer.

O EXTRAORDINÁRIO TRABALHO DE CADA UM TEM IMPEDIDO EFETIVAMENTE QUE UM GENOCÍDIO INTERNACIONALMENTE PLANEJA- DO SE ESTENDA PARA TODA A AMÉRICA LATINA.

Em seguida encontram-se alguns mails e telefones dos Senadores da República.

4. Emails do senado brasileiro

acir@senador.gov.br aecio.neves@senador.gov.br alfredo.nascimento@senador.gov.br aloysionunes.ferreira@senador.gov.br alvarodias@senador.gov.br ana.amelia@senadora.gov.br ana.rita@senadora.gov.br angela.portela@senadora.gov.br anibal.diniz@senador.gov.br antoniocarlosvaladares@senador.gov.br antonio.russo@senador.gov.br armando.monteiro@senador.gov.br

5. Telefones do senado brasileiro

DEM
Demóstenes Torres - GO / (61) 3303-2091 a 2099 Fax: (61) 3303-2964
Jayme Campos - MT / (61) 3303-4061/1048 Fax: (61) 3303-2973
José Agripino - RN / (61) 3303-2361 / 2362 Fax: (61) 3303-1816
Kátia Abreu - TO / (61) 3303-2464 / 3303-2708 Fax: (61) 3303-2990
Maria do Carmos Alves - SE / (61) 3303-1306 / 4055 Fax: (61) 3303-2878

PDT
Acir Gurgacz - RO / (61) 3303-3132/1057 Fax: (61) 3303-1343
Cristovam Buarque - DF / (61) 3303-2281 Fax: (61) 3303-2874
João Durval - BA / (61) 3303-3173 Fax: (61) 3303-2862
Pedro Taques - MT / (61) 3303-6550 e 3303-6551 Fax: (61) 3303-6554
Zeze Perrella - MG / 3303-2191 3303-2775

PMDB
Casildo Maldaner - SC / (61) 3303-4206-07 Fax: (61) 3303-1822
Wilson Santiago - PB / (61) 3303-9006 Fax: (61) 3303-9014
Eduardo Braga - AM / (61) 3303-6230 3303-6233
Eunício Oliveira - CE / (61) 3303-6245 Fax: (61) 3303-6253
Garibaldi Alves - RN / (61)3303-1777 Fax: (61)3303-1701
Geovani Borges - AP / (61) 3303-1721 Fax: (61) 3303-1723
Jarbas Vasconcelos - PE / (61) 3303-3245 Fax: (61) 3303-1977
João Alberto Souza - MA / (061) 3303-6352 / 6349 (061) 3303-6354
José Sarney - AP / (61) 3303-3429/3430 Fax: (61) 3303-1776
Lobão Filho - MA / (61) 3303-2311 a 2314 Fax: (61) 3303-2755
Luiz Henrique - SC (61) 3303-6446/6447 Fax: (61) 3303-6454
Pedro Simon - RS / (61) 3303-3232 Fax: (61) 3303-1304
Renan Calheiros - AL / (61) 3303-2261/2263 Fax: (61) 3303-1695
Ricardo Ferraço - ES / (61) 3303-6590 Fax: (61) 3303-6592
Roberto Requião - PR / (61) 3303-6623/6624 Fax: (61) 3303-6628
Romero Jucá - RR / (61) 3303-2111 a 2117 Fax: (61) 3303-1653
Sérgio Souza - PR / (61) 3303-6271/ 6261 Fax: (61) 3303-6273
Valdir Raupp - RO / (61) 3303-2252/2253 Fax: (61) 3303-2853
Vital do Rêgo - PB / (61) 3303-6747 Fax: (61) 3303-6753
Waldemir Moka - MS / (61) 3303 - 6767 / 6768 Fax: (61) 3303-6774

PP
Ana Amélia - RS / (61) 3303 6083/6084 Fax: (61)3303-6091
Benedito de Lira - AL / (61) 3303-6144 ATÉ 6151 Fax: (61) 330
Ciro Nogueira - PI /(61) 3303-6185 / 6187 Fax: (61) 3303-6192
Francisco Dornelles - RJ / (61)-3303-4229 Fax: (61) 3303-2896
Reditario Cassol - RO / (61) 3303-6328 -6329 Fax: (61)3303-6334

PSDB
Aécio Neves - MG / (61) 3303-6049/6050 Fax: (61) 3303-6051
Aloysio Nunes Ferreira - SP / (61) 3303-6063/6064 Fax: (61) 3303-6071
Ataídes Oliveira - TO / (61) 3303-2163/2164 Fax: (61) 3303-1848
Cícero Lucena -PB / (61) 3303-5800 5805 Fax: (61) 3303-5809
Cyro Miranda - GO / (61) 3303-1962 Fax: (61) 3303-1877
Flexa Ribeiro - PA / (61) 3303-2342 Fax: (61) 3303-2731
Lúcia Vânia - GO / (61) 3303-2035/2844 Fax: (61) 3303-2868
Mario Couto - PA / (61) 3303-3050 Fax: (61) 3303-2958
Paulo Bauer - SC / (61) 3303-6529 Fax: (61) 3303-6535

VAMOS FAZER A NOSSA PARTE, VAMOS NOS MANIFESTAR CONTRA ISSO.
SOMOS A FAVOR DA VIDA, DA VIDA DESDE A CONCEPÇÃO.

NOSSA SENHORA APARECIDA ROGAI POR NÓS.

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